Vitória fecha a contratação do meia argentino Maxi Biancucchi.
Depois de muita especulação, de pressão por parte da imprensa e da torcida, o Vitória apresentou um novo reforço, trata-se do meia argentino Maxi Biancucchi de 28 anos, que já teve passagem pelo futebol brasileiro quando atuou pelo Flamengo –RJ em 2007 até 2009, e estava atualmente no Olímpia do Paraguai. O jogador comentou sobre seu acordo com o Leão:
- É muito importante pra mim voltar ao Brasil, um país que tem grandes clubes, e quando vi o projeto do Vitória me empolguei muito. Venho em busca de títulos, e por favor esqueçam que sou primo de Messi.
Depois de muita especulação, de pressão por parte da imprensa e da torcida, o Vitória apresentou um novo reforço, trata-se do meia argentino Maxi Biancucchi de 28 anos, que já teve passagem pelo futebol brasileiro quando atuou pelo Flamengo –RJ em 2007 até 2009, e estava atualmente no Olímpia do Paraguai. O jogador comentou sobre seu acordo com o Leão:
- É muito importante pra mim voltar ao Brasil, um país que tem grandes clubes, e quando vi o projeto do Vitória me empolguei muito. Venho em busca de títulos, e por favor esqueçam que sou primo de Messi.
Maxi agradeceu ao Vitória e ao treinador pela confiança e quer retribuir com títulos. (Foto: bahianoticias.com.br)
O argentino assinou contrato até dezembro deste ano, mas fontes argentinas dão como certo que o jogador tem um pré-contrato assinado com um clube do Qatar para daqui a seis meses ir para o país. Mas ele fica pelo menos no Leão até o fim de 2013.
As lembranças que tenho de Maxi no Flamengo-RJ me deixa temeroso em relação a sua chegada. Não sei se ele não teve tantas oportunidades, se o momento que o clube carioca vivia não era bom, mas presenciei péssimas partidas do jogador, além de perceber que sua comparação com o primo famoso Messi, é inevitável mas logicamente impossível de ser feita, mas é um fardo que ele vai ter que carregar. Já no Olímpia do Paraguai, onde teve sequência de jogos, tudo bem que a competição nacional não é de um nível tão alto quanto o Brasileirão, somado com ritmo de jogo, eu incluiria até mesmo a experiência adquirida, ele mostrou qualidade em diversos jogos, sendo capitão e figura importante na equipe principal. Teremos que esperar, ver como ele vai se adaptar ao time, ao clima e principalmente ao estilo de Caio Jr., e rezar pra que ele não se torne o novo Nanía, que chegou aqui, não mostrou qualidade e foi embora sem deixar saudade.
As lembranças que tenho de Maxi no Flamengo-RJ me deixa temeroso em relação a sua chegada. Não sei se ele não teve tantas oportunidades, se o momento que o clube carioca vivia não era bom, mas presenciei péssimas partidas do jogador, além de perceber que sua comparação com o primo famoso Messi, é inevitável mas logicamente impossível de ser feita, mas é um fardo que ele vai ter que carregar. Já no Olímpia do Paraguai, onde teve sequência de jogos, tudo bem que a competição nacional não é de um nível tão alto quanto o Brasileirão, somado com ritmo de jogo, eu incluiria até mesmo a experiência adquirida, ele mostrou qualidade em diversos jogos, sendo capitão e figura importante na equipe principal. Teremos que esperar, ver como ele vai se adaptar ao time, ao clima e principalmente ao estilo de Caio Jr., e rezar pra que ele não se torne o novo Nanía, que chegou aqui, não mostrou qualidade e foi embora sem deixar saudade.
Por Juba Leiro
Salvador







